Seguidores

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Manejo Sanitário – Cães Abandonados no Campus da UFRPE

Cynthia Soares Ribeiro*

cynthiapopy@hotmail.com

*Estudante do 1º Período de Zootecnia – UFRPE


Para se viver bem, qualquer indivíduo necessita de condições básicas de saúde, alimentação, abrigo, entre outros. São essas condições que garantirão um bom desenvolvimento e crescimento. Não é diferente com os animais!

Atualmente, temos um quadro bastante extenso de cães abandonados no campus-sede da UFRPE. São indivíduos que não têm o que comer, onde dormir ou cuidados veterinários. Estão doentes, desnutridos, vivendo de restos que algum aluno ou funcionário da instituição possa deixar “dando sopa”.

Embora o campus tenha uma área imensa, não foi projetado para abrigar animais. Assim, as pessoas que, supostamente, deveriam ocupar tal espaço, veem-se obrigadas a conviver com as excretas desses animais; com o mau cheiro causado pela falta de asseio; com as pragas parasitas que habitam os corpos desses animais... Quer dizer, é uma situação bastante desconfortável.

Alguns alunos do 1º período do curso de Zootecnia desta instituição estão elaborando um projeto que visa minimizar os pontos críticos do ambiente em que vivem estes animais. Um desses pontos é, sem dúvidas, o controle sanitário. Garantir um ambiente limpo, livre dos parasitas, tendo suas enfermidades tratadas para que não infeccionem e um lugar apropriado para suas excretas é um dos focos do projeto.

Se isso puder ser realizado e não apenas idealizado, o espaço destinado às pessoas voltará a lhes pertencer; os animais terão um espaço só para si. Além de muito mais confortáveis, ficarão também seguros, visto que nem todos aqueles que frequentam uma Universidade essencialmente agrária gostam de animais e se utilizam desse subterfúgio para maltratá-los.


Agroindústria

Rafaella Bonfim

Rafaella Omena

Raphaela Siqueira

Tarlan Milânes

agroproj2011@gmail.com

*Alunos do primeiro período de zootecnia - UFRPE



Área ligada a parte agrária da economia, que desenvolve junto com os produtores formas de melhorar os ganhos; Levando em conta todos os estágios de produção que vão desde o nascimento até o abate feito diretamente nas agroindústrias. Tem por finalidade a obtenção de melhores produtos em períodos menores de tempo, objetivando suprir as necessidades do mercado levando até as prateleiras produtos de alta qualidade.
De acordo com o esquema da economia industrial a agroindústria permite trabalhar fazendo consultorias tanto para os produtores (agricultura familiar- muitas vezes), que se utilizam de cooperativas para se fazer presente ou representados podendo assim melhorar sua produção, sua renda e ainda entrar num mercado em constante crescimento; trabalhar fazendo consultorias para as próprias agroindústrias ministrando cursos diretamente com os produtores, fiscalizando a produção tanto na fábrica quanto no campo, desenvolvendo novas técnicas visando o melhor desempenho ou criando projetos através de estudos onde possa mostrar ganhos ou melhores formas de aproveitar o que esta sendo descartado ou mal aproveitado.
É uma área muito extensa que permite ao profissional de zootecnia a liberdade necessária para escolher em que parte sua vontade se encaixa, seja trabalhando para uma empresa ou trabalhando para sua empresa , dando diversas opções .

Hidroponia

Tays Lopes

tays_lopes@hotmail.com

*Aluna do 1º período de zootecnia - UFRPE


Hidroponia é o cultivo de plantas com solução nutritiva, na ausência ou na presença de substratos naturais ou artificiais (Fagioli, 2006). Essa técnica tem despertado interesse crescente, devido ao grande desafio de aumentar a produção de alimentos e fibras, explorando a mesma área de solo, recursos hídricos e condições climáticas, sem resultar em impactos ambientais. Além disso, de maneira geral, a hidroponia é tecnologia acessível economicamente acessível e lucrativa.

Recentemente, a técnica hidropônica foi adaptada para a produção de volumoso de milho, para servir de alimento a bovinos, na época da seca, com custo de produção mais baixo do que o de pastagens convencionais e alto valor nutritivo, principalmente em proteínas, devido à fase em que as plantas são colhidas e disponibilizadas para a alimentação dos animais.

Para forragens hidropônicas, geralmente são utilizadas plantas de crescimento acelerado, com ciclo curto de produção e elevado rendimento de fitomassa, possuindo pouco conteúdo de fibras, alto teor proteico, boa digestibilidade, com grande quantidade de aminoácidos livres, que são facilmente aproveitados pelos animais. Em vários países, inclusive no Brasil, principalmente nas regiões Nordeste e Centro-Oeste, as produções de forragem em hidroponia vêm sendo utilizadas para suplementação da dieta animal. É destinada para alimentação de vacas leiteiras, cavalos, ovinos, caprinos, coelhos, aves e outras espécies. Des acordo com Henriques (2000), a forragem hidropônica apresenta excelentes características de composição bromatológica. Assim, o seus usos na alimentação animal pode proporcionar bons resultados para a produção de leite e carne.

A forragem hidropônica é resultado de um processo de germinação de sementes de cereais (cevada, milho, trigo, aveia e outras espécies), que se desenvolvem n o período de 10 a 15 dias, captando energia do sol e assimilando os minerais contidos em uma solução nutritiva. Essa forragem possui excelente qualidade, quando administrada aos rebanhos em sua totalidade (sementes, caules, folhas, raiz e substrato). Geralmente, constitui dieta completa de carboidratos, açucares, proteínas, minerais e vitaminas. Seu aspecto, sabor, cor e textura conferem grande palatabilidade aumentando a assimilação de outros alimentos.

O método hidropônico consiste em uma fonte alternativa que possibilita ao produtor, de forma prática, e econômica, o cultivo de gramíneas e/ou leguminosas para obtenção de forragem o ano todo.


wikipedia.org/wiki/Hidroponia

www.labhidro.cca.ufsc.b

www.hydor.eng.br

Posse responsável ( Leis ).

O que mais presenciamos nas ruas são animais abandonados, mau-tratados, afinal estamos no Brasil, e se os próprios cidadãos deste país sofrem com o descaso de muitas autoridades, imagine os animais. Não adianta aprovar leis e não colocá-las em prática, o Artigo 32 da Lei Federal nº. 9.605/98 diz que “È considerado crime praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, doméstico ou domesticados, nativos ou exóticos”, um pouco dúbio com a realidade já que o que vemos não é isso. É necessário providências, os animais precisam de ajuda, carinho, e alimentação e de um dono que ofereça isso e ainda um lugar higiênico e espaçoso para que o animal tenha livre acesso. Algumas pessoas tem que entender que um animal não é um ursinho de pelúcia que quando não queremos mais jogamos no lixo, a Lei Lederal 9605 Artigo 32 diz que “ Abandono é Crime “. É necessário denunciar quando vermos animais sendo mau – tratados os animais precisam disso.


http://www.apasfa.org/leis/leis.shtml
http://www.sobresites.com/animais/legislacao.htm


Juliana Salgado Quintans
Zootecnia 1º período

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Abrigo Para os Cães da UFRPE

Rafaela Falcão Pimentel Cavalcanti

rafaela.f.pimentel@gmail.com

*estudante do 1º período de zootecnia - UFRPE



Diante da quantidade e da situação alarmante dos cães e gatos que são abandonados nas áreas da UFRPE, os estudantes, funcionários e moradores próximos à universidade são os únicos prejudicados, mas os próprios não se mobilizam. Os gatos, por sorte, têm quem faça por eles, mas e os cães?

Por falta de alimentação e abrigo os mesmos circulam livremente pela universidade podendo-se esbarrar com eles por corredores, escadas e na entrada do restaurante universitário. Uma situação que incomoda, mas que poderia der resolvida se os próprios alunos tomassem a iniciativa de cobrar, da própria universidade, medidas como a utilização dos terrenos livres da rural para a construção de abrigos com suporte para atendimentos veterinários. Tais abrigos funcionariam como canis, os atendimentos seriam propostos aos alunos como estágios, a alimentação financiada pela universidade e aí seria apenas mão-de-obra para reabilitá-los para adoção.

A ideia do abrigo ocuparia um dos espaços vagos da rural que funcionam como terreno baldio acumulativo de lixo, também tiraria os cães que ficam à deriva, traria melhor qualidade de vida para os mesmos e ainda daria mais conforto, segurança e experiência profissional para os estudantes.