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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

O Desempenho da Agroindústria Brasileira

Rafaella Bonfim*
rafinhabga@hotmail.com
* Estudante de zootecnia no 1º período na UFRPE


O agronegócio brasileiro tem sido, desde o inicio do processo de modernização e industrialização da produção agropecuária do país, objeto de diversos estudos e debates. Os estudiosos passam a analisar o setor de produção de fibras e alimentos de forma diferenciada, dando-lhe maior importância econômica e estratégica e tornando-o um setor específico da economia.
Existe interdependência muito forte entre todos os agentes que atuam no agronegócio, levando à necessidade de um enfoque sistêmico. A visão sistêmica ajuda na tomada de decisão; pois todas as operações envolvidas no sistema produtivo influenciam a eficiência do processo e, portanto, afetam a eficiência de cada atividade.
A agroindústria faz parte do agronegócio, sendo basicamente o setor que transforma ou processa matérias-primas agropecuárias em produtos elaborados, adicionando valor ao produto. Juntamente com o setor de distribuição da produção para o consumidor final e constitui o chamado agronegócio.



BIBLIOGRAFIA


http://www.pensaconference.org/siteantigo/arquivos_2001/41.pdf.

NUTRIÇÃO DE RUMINANTES NO SEMIÁRIDO

Edvaldo Morais*
morais_cateano61@hotmail.com
*estudante do 1º período de zootecnia da UFRPE


O semiárido é uma região com solo e condições climáticas peculiares que prejudicam o cultivo de pastagens , atingindo dessa forma os rebanhos locais que ficam vulneráveis ao estacionamento da produção dificultando o bom desenvolvimento dessas criações, principalmente para o pequeno e médio criador.

Atualmente, grande parte da produção de carne e leite da região do semiárido vem dos pequenos e médios criadores,sabendo disso, a busca por uma melhor produção vem crescendo, principalmente com o melhoramento genético, mas não vai muito adiante se não houver uma nutrição adequada, que supra as necessidades alimentares das criações principalmente nas fases de desenvolvimento e reprodução, resaltando a produção de forragem de qualidade e baixo custo para o produtor, que atenda as exigências nutricionais dos animais e garanta o máximo desempenho produtivo do rebanho.
Devemos levar em conta que apenas entre 30 a 60 dias do início das chuvas as pastagens no semiárido atingem os maiores índices nutritivos, devido ao seu curto ciclo de vida, mas pesquisadores afirmam que a produção de forragens no períodos das chuva, se adequadamente conservadas, poderiam suprir, e com sobra , a demanda alimentar dos animais no período de estiagem. Salientando que é importante observar não só a qualidade e quantidade de alimento oferecido, mas tambem a categoria animal que se pretende suplementar.

Através de análises do solo e das forrageiras utilizadas na alimentação dos ruminantes do semiárido, pode-se adaptar e/ou potencializar forragens já existente na região, pois segundo Albuquerque(2001), a caatinga é um dos biomas de maior densidade de pastagen nativas do mundo.
Nessa diversidade pouco explorada destaca-se na alimentação das criações a Algaroba, que se constitui uma opção potencia lno período de estiagem assim como as Cactáceas e Bromeliáceas.
o conhecimento de novas alternativas de alimentos para os ruminantes do semiárido faz-se necessário devido ás grandes variações climáticas e períodos de estiagem prolongada, dando ênfase maior ás plantas nativas, que estão disponíveis o ano todo, são mais acessíveis e de baixo custo de implantação.
Apesar de apresentarem bom valor nutritivo, se faz necessário o uso de suplementos minerais para que as necessidades dos animais sejam supridas.

BIBLIOGRAFIA

www.cstr.ufcg.edu.br/acsa/palestra/Palestra_7.pdf


Criação de coelhos (Cunicultura)


Aluna: Taila Rodrigues de Oliveira

Turma: Zootecnia ,primeiro período 2011.2

e-mail: taila_nickole@hotmail.com

fonte de pesquisa: google


O coelho é um animal muito prolífero (vários descendentes em curto período de tempo), seu ciclo produtivo é curto, podendo, portanto ser explorado comercialmente. Sua criação recebe o nome de “cunicultura”, o qual podemos extrair produtos como carnes, peles, filhotes (animais de estimação). A carne de coelho apresenta ainda um alto valor nutritivo.

Os animais podem ser criados em gaiolas (dimensões de 80 cm de comprimento, 60 cm de largura e 45 cm de altura) individuais ou em baterias, dependendo do investimento do criador. Para proporcionar o bem-estar dos animais a temperatura do local deve ficar em torno de 20º C e umidade em torno de 70%. Cuidados para não estressar os animais (barulho, super lotação, etc..) devem ser tomados, visando uma maior produção.

Em relação a alimentação dos animais, quando criados mais em regimes extensivos (acesso a pequenos piquetes) devemos fornecer algumas gramíneas ou leguminosas (soja, alfafa…), complementando a alimentação com a utilização de rações balanceadas disponíveis no mercado. Quando a criação for intensiva, não há problema de fornecimento apenas de ração.

Na fase de reprodução, os coelhos estão prontos por volta de 6 meses de idade. Podemos utilizar vários métodos de acasalamento, sendo o mais indicado (maior controle de índices zootécnicos) o acasalamento natural controlado, o qual levamos a fêmea à gaiola do macho e deixamos os mesmos se acasalarem naturalmente, isso permite um controle da criação e identificação dos eventuais machos/fêmeas com problemas reprodutivos.

Os láparos (filhotes de coelho) nascem de 27-32 dias após o acasalamento. Seu desenvolvimento se dá de forma rápida, de modo que com 4 dias de idade já possuem pêlos e com 20 dias já estão habituados a comer o mesmo alimento fornecido às mães. Aos 45 dias de idade podemos fazer a desmama (separação dos láparos das mães).

Os cuidados sanitários são simples, devemos manter constantemente higienizadas as gaiolas (recomendado o uso de cal virgem) e preceder a separação dos animais por idade (animais jovens são mais suscetíveis as doenças) evitando assim a contaminação pela diferença de idade dos animais

A Importância da agroindústria nos diversos setores de produção

Tarlan Milanês*
tarlan18milanes@hotmail.com
* estudante de zootecnia no 1º período na UFRPE

A agroindústria brasileira tem uma trajetória longa e crescente de relação com o comércio internacional
a competição no mercado externo foi um dos determinantes do diferencial de competitividade da agroindústria nacional; tem seus desdobramentos crescentes sobre a componente industrial da agroindústria, tanto na área de insumos quanto de alimentos industrialiozados, as transformações da agorindústria permitiram, a queda dos preços da alimentação, aumentando o poder de compra da população, e determinaram a diferenciação de produtos, alterando o padrão de consumo nacional.
Dito de outra forma, a combinação de ganhos de produtividade e abertura da economia permitiu uma mudança de padrão de consumo doméstico e garantiu mercado interno, ao mesmo tempo , que incentivou
o crescimento do mercado esterno.
outro vetor de sucesso na agroindústria foi desenvolver pesquisa adequada e conseguir mater um estoque de capital, relativamente atualizado, ao longo de seu desenvolvimento.
além da exposição internacional em momento e intensidade distintose do desencolvimento tecnológico.
A agroindústria por ter uma exposição estruturada junto ao mercado externo, é detentora de um hedge natural, derivado de suas exportações crescentes. Isto disponibiliza ao setor um canal de financiamento em moeda forte.
Então no que diz respeito a produção de alimentos e criação de animais a agoindústriaentra facilitando ou abrindo as porteiras do mercado dando condições aos produtores de melhorar e vender suas produções, formando uma cadeia onde o pricipal membro (digamos assim) é a agroindústria.

Utilização de animais para reabilitação de idosos e deficientes

Rodrigo Melo* 
* Estudante de Zootecnia no primeiro período da UFRPE.
    
        Quem tem um animal de estimação sabe o quanto eles são companheiros e divertidos. A utilização desses animais para reabilitar pessoas não poderia ser tão proveitosa para ambos. Estudos comprovam que animais como cães, gatos, tartarugas, equinos, golfinhos e até
minhocas são boas apostas para melhorar a interação social dos idosos e deficientes.
     A última novidade nessa área fica por conta de um recente estudo realizado na Europa e
nos Estados Unidos que comprova que famílias com animais de estimação têm menos despesas com saúde do que famílias sem animais. Segundo os pesquisadores, essa convivência é capaz de melhorar a autoestima, diminuir problemas cardiovasculares, auxiliar a família na diminuição do estresse, na queda da pressão arterial em hipertensos e principalmente ajudou uma maior interação social.  
     No Brasil o recurso terapêutico mais conhecido é a hipoterapia ou equoterapia, que usa cavalos para interagir e restabelecer portadores de deficiências físicas, problemas mentais e alterações motoras. Uma atividade prazerosa e muito importante que estimula os pacientes a se movimentar, a ganhar auto-estima e confiança, além de combater doenças como paralisia cerebral, autismo, hiperatividade e síndrome de Down, tanto em termos fisicos, como em termos de ligação emocional. Não só o montar o animal ou interagir com o mesmo, como, consoante o caso, tratá-lo , em termos de o alimentar e escovar, é benéfico para a coordenação motora e para o amor próprio.    
     Os cães também são muito usados em terapia, inclusivamente raças injustamente mal entendidas, como o rottweiler ou o pit bull que pela sua autoconfiança e autodominio é um excelente animal de apoio e usado pelas equipes de terapeutas. Nas escolas, um pet junto as crianças e adolescentes aumenta a auto-estima e o propriedade resposável, bem como de responsabilização perante a sociedade.

   
    

Manejo reprodutivo de bovino de leite

Fabiana Thayse*
faby_thayse_05@hotmail.com
*Estudante do 1º período de zootecnia da UFRPE


Existem dois sistemas: o natural e o artificial. O sistema de cobertura natural apresenta duas modalidades: uma a campo e a outra controlada.

- A cobertura natural a campo é a mais empírica que existe, pois o touro fica à vontade com as vacas, ocorrendo excessivas coberturas em uma mesma fêmea e muitas delas em momentos inadequados. Neste caso, a relação touro x vaca é de 1:25.

- A cobertura natural controlada é um sistema mais eficiente que o anterior, pois o touro fica num piquete separado das vacas e a fêmea no cio é levada ao reprodutor para a cobertura. O touro não executa grande número de coberturas em uma mesma fêmea, efetuando as coberturas em momento adequado, permitindo manter-se no sistema uma relação touro x vaca de 1:50.

Neste sistema fica mais fácil controlar a fertilidade dos touros, além de se conhecer a paternidade da progênie.

O sistema de cobertura artificial refere-se à inseminação artificial. Neste método, ocorre a interferência do homem na reprodução, não ocorrendo a cobertura, e sim a introdução do sêmen no aparelho reprodutor de fêmea, com a ajuda de instrumentos e técnicas adequadas, em condições de fecundá-la. A técnica utilizada em bovinos é a retro-cervical profunda. Quando o homem deve fazer a inseminação? Quando a vaca estiver no 1/3 final do cio. A idade zootécnica para a inseminação é de 16 meses, sobrepondo-se a idade o "score corporal", que é a condição corporal de peso vivo, este deve ser ideal quando a vaca pesar 375 kg de P.V. (peso vivo) . Serve também para a cobertura natural controlada, neste momento, aumenta a probabilidade de concepção. Por isso é fundamental que ocorra a detecção do cio. Os sintomas de cio são modificações psicossomáticas na vaca, que devem ser avaliadas constantemente por seus criadores.





BIBLIOGRAFIA

http://www.criareplantar.com.br/pecuaria/lerTexto.php?categoria=12&id=14

Ovos Orgânicos

Maria Socorro de Lima*
soslima1@hotmail.com
Estudante do 1º período de zootecnia da UFRPE


           Pensando no bem-estar animal, foi desenvolvido o sistema de produção de ovo orgânico que consiste em métodos para o bom desempenho na produção de ovos, eliminando algumas práticas que de certa forma agridem o animal como exemplo, a debicagem – corte na ponta do bico da ave para evitar o canibalismo e reduzir o desperdício de ração, em conseqüência provoca dores ao animal. Outra prática é a muda forçada – retira o alimento da ave por um determinado tempo, para se obter um novo ciclo de produção de ovos.  O grande desafio é reduzir o alto custo desse sistema visto que, os insumos necessários têm direcionado o produtor a seguir o método tradicional. São desde a alimentação que provêm de ingredientes orgânicos, como também é necessário a criação das aves em espaços maiores e livres para pastagens. Pois no sistema tradicional, as aves ficam confinadas em gaiolas de espaço extremamente reduzido e suspensas. As aves dificilmente tomam sol, ficando impossibilitadas de,  durante seu ciclo de vida, terem o mínimo de condições necessárias para um bom desenvolvimento. 
          Existe a opção de se produzir o ovo caipira que embora utilize a prática de  debicagem, favorece a ave no que diz respeito a um espaço adequado e utiliza produtos naturais em sua ração como exemplo, o urucum e a páprica. Para a indústria que necessita atender a demanda, ainda se faz necessário a utilização do método tradicional
pois uma granja comporta cerca de 200 mil aves, em relação ao sistema caipira que tem 6mil, e ao orgânico com  3 mil em média. Porém já existem países que não concordam com tais métodos, a União Européia a partir de 2012 proibirá o uso das gaiolas.
          Vários aspectos podem mudar esse contexto, dentre eles é informar ao consumidor como funciona todo processo de produção, para que ele possa optar por um ovo de melhor qualidade e menor agressão ao animal. Vale salientar que essa opção reflete diretamente poder econômico do consumidor que, mesmo não concordando com as práticas tradicionais tenha que consumir um ovo de menor custo. Outro ponto seria o incentivo aos produtores de forma a baixar os custos da produção de ovos caipira e orgânicos que mesmo tendo um produto mais caro seja competitivo em relação ao outro. 

Bibliografia: ARAUJO,L.F. CAFÉ, M.B. JUNQUEIRA, O. M. ARAUJO, C.S.S et. al. 1999. Efeitos de diferentes tipos de debicagem sobre o desempenho de poedeiras comerciais.